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Definição: Como o nome já diz, a depressão pós-parto ocorre logo após o parto.

A tristeza pós-parto é fisiológica e pode acometer cerca de 80% das mulheres, porém a depressão pós-parto é mais grave, visto que se trata de uma condição de tristeza profunda, apatia, desespero, falta de esperança, pode incapacitar a mulher e necessita de tratamento. Alguns estudos apontam que os pais também estão sujeitos a desenvolver tal situação.

 Não confundir depressão pós-parto com Baby Blues, visto que a última é causada apenas pelas alterações hormonais eu a mulher sofre no pós-parto, é passageira e não precisa de tratamento algum.

 

 

 

 

 

Causas: A depressão pós-parto não tem uma causa específica, uma vez que pode estar associada a fatores físicos, emocionais, qualidade de vida e histórico de outros problemas e transtornos mentais.

Alguns exemplos que podem estar associados são:

  • Desequilíbrio de hormônios reprodutivos no pós-parto;

  • Privação de sono;

  • Alimentação inadequada;

  • Sedentarismo;

  • Falta de apoio do parceiro e/ou da família;

  • Depressão, ansiedade, estresse ou outros transtornos mentais;

  • Vício em álcool ou outras drogas.

No homem, além de todos os exemplos citados, outros fatores como ansiedade em promover uma boa vida para a criança, o aumento de responsabilidades e a necessidade de apoio que deve dar a parceira (o) interferem no risco do desenvolvimento deste quadro.

 

Sintomas: Os dois sintomas mais comuns da depressão são sentimento de tristeza ou desespero constante e perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias. Tais sintomas podem evoluir para pensamento de morte ou suicídio e algumas pessoas podem ter uma vontade súbita de prejudicar seus bebês.  Além disso, quase todos os dias pode ocorrer perda ou ganho de peso, sonolência ou insônia excessiva, indisposição, sentimento de culpa, dificuldade para se concentrar ou tomar decisões, ansiedade e excesso de preocupações, etc.

A depressão pós-parto, se não tratada, pode evoluir para um quadro chamado de psicose pós-parto que é uma condição grave e que pode afetar mulheres – principalmente – com histórico de psicose pós parto ou de transtorno bipolar. Dentre os sintomas destacam-se: pensamento totalmente confuso e desorganizado, alucinações (olfatórias/visuais/auditivas), mudanças extremas de humor, sentimento de desconexão com o bebê e/ou com a família, etc.

 

Tratamento: O tratamento se baseia no uso de antidepressivos por pelo menos 6 meses. Entre eles, os mais utilizados são: Inibidores seletivos da recaptação de serotonina e Antidepressivos tricíclicos.

A terapia hormonal pode auxiliar no alívio dos sintomas de depressão pós-parto em algumas mulheres.

Em relação a psicose pós-parto, o tratamento deve ser imediato e muitas vezes hospitalar. Quando a segurança da paciente está garantida, a combinação de antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores do humor é recomendada. Em alguns casos, recomenda-se eletroconvulsoterapia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como prevenir?

A melhor maneira de prevenção é o cuidado da saúde física e mental por meio de atividade física, alimentação adequada, qualidade de vida, pensamentos positivos, socialização e realização de pré-natal.

 

 

Fontes:

http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-mental/depressao-pos-parto

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